Maré de Ferro

Investigação

Confusão à noite

décimo dia do mês de Flamerule. “Noite quente, bar cheio de gente”, costuma dizer o dono da taverna do Gole Gelado. E essa não foi nenhuma exceção. Salão cheio de gente, salas reservadas ocupadas, noite promissora.
Até que, de repente, uma dragonborn, bem vestida até, sai correndo de uma sala reservada gritando “Fogo! Fogo!”. Depois disso, uma confusão se instaura. As pessoas todas correndo para sair da taverna. E, nessa meiota, três figuras de destaque:

  • Dauric, um meio-elfo recém chegado a Baldur’s Gate, em busca de um lugar para passar a noite;
  • Hassimir, um humano pálido que está em baldur’s Gate há alguns dias procurando contatos para estabelecer uma rota comercial com sua terra natal;
  • Ossiann, um humano ex-membro do Punho Flamejante, e que hoje trabalha como mercenário e bebe nas horas vagas;

Ao sair da taverna, nova surpresa: Um contingente do Punho Flamejante estava “separando” as pessoas em grupos, que estavam sendo “detidos para averiguação”. Dauric, Hassimir e Ossian foram direcionados um grupo junto com um humano, aparentemente um caçador, um meio-elfo andarilho que parecia ainda meio perdido na cidade, e um amigo de longa data de Ossiann, chamado Oscar. Liderados pelo Comandante Moraes, os soldados conduziram o grupo até a Torre de Ferro, sede do Punho Flamejante dentro da cidade.
No caminho, quando atravessavam um beco escuro, foram atacados por criaturas vestidas de preto que saíram das sombras e usaram pequenas lâminas de 4 pontas como arma de arremesso. A luta foi feroz, porém rápida. os atacantes mataram todos os guardas. Vendo que a situação não iria melhorar, Moraes gritou, em seus últimos instantes de vida, para que os cativos fugissem o mais rápido que pudessem.
E assim fizeram. Ossiann correu, seguido por Hassimir e Dauric. Os atacantes, contudo, não pareciam satisfeitos com o resultado da luta e um deles saiu em perseguição aos fugitivos. E como ele corria! Já quase alcançando os fugitivos, Hassimir lançou uma magia que fez com que ele parasse de correr e caísse em uma crise histérica de risos por vários segundos. Essa foi a vantagem que eles precisavam para despistá-lo e achar um reduto seguro na casa da mãe de Ossiann, nos arredores dos muros de Baldur’s Gate.
Com o raiar do dia e uma bronca da mãe de Ossiann, decidiram procurar o Punho Flamejante para obter respostas. O que descobriram, contudo, é que não existiam respostas às suas perguntas. As criaturas que os atacaram simplesmente nunca foram sequer vistas. Não havia registro, até então, de sobreviventes aos ataques. Tudo que é sabido sobre esses ocorridos é que desabrigados vinham desaparecendo ao longo dos últimos 10 anos, mas as informações chegavam muito lentamente aos ouvidos do Punho Flamejante. Talvez esse ataque fosse uma pista do que está ocorrendo de verdade.
“Como vocês são as únicas vítimas vivas que conhecemos”, disse o capitão da Guarda da Cidade, convido vocês a tornarem-se membros honorários do Punho Flamejante, com privilégios especiais e autonomia para conduzir as investigações. Peço apenas que me mantenham informado do rumo das investigações e que zelem pelo nome do Punho Flamejante, que é uma importante força nessa cidade. Ah, e mantenham o conteúdo da investigação em sigilo. Afinal, seria muito ruim para a investigação que a população entrasse em pânico por causa dessas criaturas à solta".
E, dessa forma, o convite foi aceito. Ossiann, Hassimir e Dauric agora fazem parte do Primeiro Comando Investigativo do Punho Flamejante. E agora cabe a eles encontrar quem os atacou, e, se possível, detê-los.

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LatinoOsvaldo

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